Eu coordeno o Centro Auditivo São Carlos, em Guarantã do Norte (MT), para oferecer exatamente o que muita gente da região procura e não encontrava com facilidade: avaliação auditiva completa, aparelhos auditivos modernos e acompanhamento contínuo, no mesmo endereço em que já atendemos as queixas de ouvido, zumbido e tontura. Estamos na Av. Dante Martins de Oliveira, 564, Centro, em frente ao Hospital Municipal..
A ideia deste espaço é bem simples: o paciente chega, faz o exame, entende o resultado, testa as soluções e sai sabendo o que precisa fazer. Sem mistério, sem linguagem técnica demais e sem ficar “empurrando” aparelho para quem não precisa. Quem precisa, a gente adapta e acompanha. Quem não precisa, a gente orienta e agenda revisão.
Exames e diagnóstico auditivo
Uma das coisas que mais vejo no consultório é o paciente chegar falando: “doutor, acho que estou ouvindo menos, mas não sei se é do ouvido ou da idade”. E aí está o ponto: ninguém deveria decidir sobre aparelho auditivo sem exame. Por isso o Centro Auditivo São Carlos foi pensado para ter avaliação completa, com testes modernos e bem explicados.
Avaliação completa da audição
Na avaliação inicial, eu ou a fonoaudióloga da equipe fazemos uma anamnese detalhada: quando começou a perda, se é em um ouvido ou nos dois, se tem zumbido, se trabalha em lugar barulhento, se teve infecções de ouvido na infância, se alguém na família usa aparelho. Depois, partimos para o exame de audição, que pode incluir:
- Audiometria tonal – mede o quanto o paciente escuta em diferentes frequências;
- Audiometria vocal – mede o quanto ele entende a fala;
- Imitanciometria / Timpanometria – ajuda a ver se o problema está no ouvido médio (como líquido atrás do tímpano, muito comum em quem tem rinite, sinusite e alergias).
Em muitos casos, só com essa avaliação já dá para dizer: “é perda mesmo, é leve/moderada e tem solução”. E tudo isso é feito aqui em Guarantã do Norte, sem precisar ir para fora.
Testes modernos e precisos
O Centro Auditivo São Carlos trabalha com equipamentos atualizados, os mesmos usados em clínicas de referência, e isso faz diferença porque um exame mal feito pode indicar um aparelho mais forte do que o necessário, e aí o paciente não se adapta. A gente mede, confere, repete se precisar e explica o laudo de forma simples.
Quando o caso é mais complexo (perda súbita, suspeita de problema neurológico, otite crônica com secreção), eu integro o resultado à avaliação otorrinolaringológica e, se for o caso, encaminho para exames complementares. O foco é sempre descobrir a causa para não ficar só tratando o sintoma.
Soluções auditivas personalizadas
Cada pessoa escuta de um jeito, trabalha de um jeito e tem um orçamento diferente. Por isso, aqui a gente não trabalha com “aparelho único para todo mundo”. Nós temos aparelhos auditivos de diferentes tecnologias e formatos, e a escolha é feita em cima do exame e da rotina do paciente. E sim: ele pode testar e tirar dúvidas antes.
Aparelhos auditivos de última geração
Hoje existem aparelhos muito discretos, com controle automático de ruído, conexão com celular e ajuste fino. No Centro Auditivo São Carlos, nós trabalhamos com modelos modernos, indicados para perdas leves, moderadas e até mais avançadas, sempre avaliando o que é melhor para cada caso.
O principal aqui é: não oferecer aparelho acima do que o paciente precisa. Um aparelho muito forte ou muito complexo para uma perda pequena geralmente atrapalha a adaptação.
A gente prefere começar com o que funciona e ir ajustando ao longo do tempo. Também fazemos venda e manutenção de aparelhos auditivos, o que facilita muito para quem mora na região e não quer ficar mandando o aparelho para longe.
Adaptação individual e suporte técnico
Colocar o aparelho é só metade do processo. A outra metade é o paciente aprender a usar. Então, depois da adaptação, orientamos sobre:
- Como colocar e tirar;
- Como limpar e guardar;
- Quando trocar pilha ou carregar;
- Como usar no ambiente de trabalho;
- O que fazer quando o som parecer “abafado” ou “chiado”.
Se depois de alguns dias o paciente achar que está “alto demais” ou “baixo demais”, ele volta e a gente regula. Ajuste faz parte. É por isso que a gente insiste tanto no acompanhamento.
Acompanhamento contínuo
Uma queixa comum de quem já usou aparelho é: “me venderam e sumiram”. Aqui eu faço questão de manter o acompanhamento contínuo, porque a audição muda com o tempo e o aparelho precisa acompanhar essa mudança.
Revisões periódicas
Depois da adaptação, combinamos revisões periódicas. Nessas revisões, avaliamos:
- Se o aparelho está funcionando bem;
- Se o paciente está usando no tempo certo;
- Se o molde ainda está ajustado;
- Se houve mudança da perda auditiva.
Em idosos, isso é ainda mais importante porque a presbiacusia (perda auditiva da idade) evolui devagar e, se não revisa, a pessoa acha que “o aparelho não presta” — quando na verdade ela precisa de mais amplificação.
Orientação para pacientes e familiares
Audição não é só do paciente, é da família também. Quando a pessoa escuta menos, todo mundo começa a falar alto, repetir frase, aumentar volume da TV. Por isso, eu gosto de orientar a família junto: explicar como falar com quem usa aparelho, explicar que no começo é diferente mesmo, explicar que não é bom o paciente ficar tirando e colocando o tempo todo. Quando a família entende, a adaptação fica muito mais fácil.
Conheça o Centro Auditivo São Carlos e agende sua avaliação